Regulamento

REGULAMENTO GERAL DA COMPETIÇÃO

 

Capítulo I – Dos Princípios Gerais

 

Art. 1º – A 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL tem a cooperação técnica de Confederação Brasileira de Handebol e pessoas físicas e/ou jurídicas convidadas para tal fim.

Art. 2º – Para todos os fins, os participantes da 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL serão considerados conhecedores das Leis Desportivas e das normas específicas contidas nesse Regulamento, adotadas pelos promotores, ficando submetidos a todas as disposições e penalidades que delas possam emanar.

Art. 3º – A 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL tem como objetivos, fomentar a prática do Handebol na Região Nordeste do Brasil; promover o intercâmbio entre atletas, técnicos, dirigentes e árbitros; estimular as relações interpessoais entre os praticantes da modalidade e promover o turismo em nossa cidade e no estado.

 

Capítulo II – Da Organização

 

Art. 4º – Constituirão poderes da 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL:

  1. a) Coordenação Geral;
  2. b) Direção Técnica e de Arbitragem;
  3. c) Direção Administrativa;
  4. d) Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva.

 

TÍTULO I – DA DIREÇÃO GERAL

 

Art. 5º – A Direção Geral será composta pelo Coordenador Geral da Competição, Diretor Técnico e Diretor de Arbitragem.

Art. 6º – Compete à Direção Geral:

  1. Divulgar o evento e convidar os participantes;
  2. Providenciar os meios necessários à realização do evento;
  3. Autorizar pagamentos e outras despesas;
  4. Indicar todos os integrantes das diversas funções.

 

TÍTULO II – DA DIREÇÃO TÉCNICA E DE ARBITRAGEM

 

Art. 7º – A Direção Técnica e de Arbitragem será formada por 01 (um) Diretor Técnico, 01 (um) Diretor de arbitragem e os Coordenadores de Ginásios.

Art. 8º – Compete à Direção Técnica:

  1. Organizar e dirigir a competição;
  2. Providenciar, junto a Direção Administrativa, o material necessário e as instalações para a realização do evento;
  3. Tomar conhecimento de ocorrências verificadas no local da competição e solucioná-las;
  4. Emitir informações sobre o desenrolar das competições;
  5. Receber dos coordenadores de ginásios o relatório da rodada com resultados e ocorrências;
  6. Elaborar o relatório final do evento.

Art. 9º – Compete à Direção Arbitragem:

  1. Designar, com o apoio da Confederação Brasileira de Handebol, os oficiais e árbitros para realização dos jogos;
  2. Realizar a escala de árbitros para cada ginásio de acordo com a necessidade específica dos jogos;
  3. Fiscalizar os árbitros durante a realização da competição;

 

TÍTULO III – DA DIREÇÃO ADMINISTRATIVA

 

Art. 10º – A Direção Administrativa será formada por 01(um) Diretor; 01(um) Coordenador de Hospedagem/alimentação; e 01(um) Coordenador de Transporte/Lazer/Cerimonial.

Art. 11º – Compete à Direção Administrativa:

  1. Coordenar as atividades inerentes à recepção, alojamento e alimentação das equipes convidadas;
  2. Organizar e dirigir as solenidades de abertura e de premiação;
  3. Dar condições de segurança, higiene e primeiros socorros nos lugares de competição;
  4. Dar suporte e infraestrutura às demais Diretorias;
  5. Prestar contas à Diretoria Geral da receita e despesas do evento.

 

TÍTULO IV – DA COMISSÃO DISCIPLINAR DE JUSTIÇA DESPORTIVA

 

Art. 12º – A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva será constituída de 05(cinco) membros, indicados pela Diretoria Geral.

  • 1º – Junto à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva atuarão 02(dois) membros em cada ginásio, designados pelo seu Presidente.
  • 2º – A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva reunir-se-á sempre que for necessário e deliberará com a maioria dos seus membros.

Art. 13º – Compete à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva processar e julgar:

  1. Todo e qualquer membro participante diretamente do evento;
  2. Todo e qualquer litígio entre os participantes da competição;
  3. Todo e qualquer recurso interposto contra suas próprias decisões, quando não unânimes e/ou contra decisões dos diversos poderes dirigentes e/ou executores do evento;
  4. Em se tratando de evento onde o resultado dos jogos tem importância direta no andamento da competição, todos os protestos serão resolvidos imediatamente e só serão aceitos até 01(uma) hora após o fato ter ocorrido, mediante pagamento de uma taxa equivalente ao valor da inscrição de uma equipe na competição

Art. 14º – A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva reger-se-á pelo CBJD – Código Brasileiro de Justiça Desportiva.

 

 Capítulo II – Das Inscrições

 

Art. 15º – As Inscrições serão feitas de acordo com as instruções emanadas pelos promotores do evento, quando da divulgação do mesmo e consequente convite para a participação na competição.

  • 1º – As equipes serão constituídas por 14 (quatorze) atletas no máximo.
  • 2º – Após o início da competição as equipes só poderão completar os 14 (quatorze) atletas inscritos até a primeira partida da competição. Mas os critérios para inscrição permanecerão inalterados.

 

Capítulo IV – Dos Participantes

 

Art. 16º – Poderão participar da 21ª TAÇA CAMPINA DE HANDEBOL, todos os atletas inscritos por sua respectiva entidade.

Art. 17º – Para as inscrições dos atletas, deverão ser observadas as seguintes categorias para os nascidos em:

  1. 2006/07 – Mirim Masculino e Feminino;
  2. 2004/05 – Infantil Masculino e Feminino;
  3. 2002/03 – Cadete Masculino e Feminino;
  4. 2000/2001 – Juvenil Masculino e Feminino;
  5. A partir de 2000 – Adulto Masculino e Feminino.

Parágrafo Único – Cada atleta só poderá participar por uma entidade na sua categoria e uma categoria acima, desde que o nome do mesmo conste na relação de ambas. O atleta de 1999 só poderá participar da categoria adulta se sua entidade não estiver inscrita na categoria Júnior. O atleta deverá apresentar documento oficial com foto para cada jogo.

Art. 18º – Os dirigentes deverão estar devidamente uniformizados para permanecerem no local do jogo e dirigir sua equipe, não sendo permitido ficar descalço, usar: sandálias, camiseta regata ou algum tipo de calçado que possa prejudicar o piso da quadra.

Art. 19º – As equipes deverão estar devidamente uniformizadas de acordo com as regras e normas da CBHb/IHF.

Parágrafo Único – A equipe citada em 1º lugar na tabela oficial (mando de campo) deverá, em caso de coincidência de cores dos uniformes, utilizar o segundo uniforme da equipe, ou coletes.

Art. 20º – É permitido o uso de esparadrapo para isolar qualquer objeto de acordo com as regras (brincos, prendedores de cabelo, pulseiras, etc).

Art. 21º – Não será aceito o uso de fita adesiva ou esparadrapo para numerar as camisas dos jogadores.

Art. 22º – A numeração deverá ser a mesma para toda a competição. Qualquer mudança deverá ser comunicada com antecedência à coordenação e será aceita se o motivo for realmente de extrema necessidade.

Capítulo III – Do Congresso Técnico

Art. 23º – O Congresso Técnico será realizado no dia 05/10, às 19h00, no auditório da Universidade Federal de Campina Grande.

Art. 24º – O Congresso Técnico será dirigido pelo Diretor Técnico e/ou pelo Diretor Geral em função das orientações oficiais do evento.

Art. 25º – Durante a realização do Congresso Técnico, só terão direito a participar dos trabalhos, dirigentes devidamente credenciados e/ou notadamente reconhecidos de suas respectivas equipes.

Art. 26º – Na reunião do Congresso Técnico serão conhecidas todas as normas que regerão a competição, não havendo, portanto, outra reunião para tratar do assunto.

 

Capítulo IV – Das Competições

 

Art. 27º – As competições da 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL serão realizadas de acordo com o que se segue:

  1. Para 03 (três) equipes:

Turno e Returno, os campeões dos turnos fazem a final, e o 3º lugar sai por critério técnico. Caso uma equipe vença os dois turnos será decretada campeão da categoria.

  1. Para 04 (quatro) e 05 (cinco) equipes:

Rodízio simples, em turno único. O 1º colocado e o 2º colocados fazem a final.

  1. Para 06(seis) e 07(sete) equipes:

2 Chaves de 3 para 06 (seis) equipes / 1 Chave de 3 e 1 Chave de 4 para 7 (sete) equipes e seguem o critério abaixo:

  • Rodízio Simples em turno único, e o 1º colocado de cada grupo se classifica de forma direta para a Semifinal. O 2º e o 3º colocados de cada grupo seguem para a repescagem como segue:
  • REPESCAGEM:(Jogo C) – 2º “A” x 3º Ch. “B” / (Jogo D) – 2º Ch. “B” x 3º Ch. “A” / Nesta fase as equipes 2º “A e 2º “B” jogam com a vantagem do empate.
  • SEMIFINAL: (Jogo E) – 1º “A” x 1º Ch. “D” / (Jogo F) – 1º Ch. “B” x 1º Ch. “C”
  • FINAL: 3º e 4º = Perdedor Jogo E x Perdedor Jogo F / 1º e 2º = Vencedor Jogo E x Vencedor Jogo F

 

Capítulo V – Dos Jogos e Seus Horários

 

Art. 28º – Para a 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL, serão aplicadas as regras adotadas e aprovadas pela Confederação Brasileira de Handebol, sendo, entretanto necessária a adoção de medidas especiais, de acordo com as características do evento.

  • – Os jogos terão a duração 30 (trinta) minutos (2×15′) para todas as categorias.
  • 2º – Devido às características da competição, haverá tantos jogos por dia quantos forem necessários para cada equipe.

Art. 29º – Os jogos terão a seguinte programação:

DATA HORA EVENTO LOCAL
12/10 12:00 Chegada das Delegações Campina Grande
12/10 13:00 Inicio da Competição Ginásio ESAC e Campinense
13/10 08:00 Jogos Ginásio Unifacisa, ESAC e Campinense
14/10 08:00 Jogos Ginásio Unifacisa, ESAC e Campinense
14/10 14:00 Encerramento Ginásio Unifacisa, ESAC e Campinense

 

  • 1º – Todos os jogos terão seus horários individualmente marcados;
  • 2º – Todas as equipes deverão apresentar sua documentação às autoridades competentes, pelo menos 15(quinze) minutos antes do horário estipulado para o seu respectivo jogo;
  • 3º – Uma partida suspensa por motivo independente e alheio à vontade das equipes participantes, será reiniciada considerando-se válidos o tempo já decorrido e a contagem de gols alcançada, assim como as advertências e punições aplicadas.
  • 4º – O reinício da partida será marcado pela Comissão Organizadora, sempre que possível dentro do prazo de 2 (duas) horas após a paralisação.
  • 5º – A partir do momento que as entidades se encontrem em Campina Grande, em hipótese alguma os jogos terão horários remarcados caso as equipes se atrasem por quaisquer que sejam os motivos.

Art 30º – Cada equipe deverá apresentar uma bola em condições de jogo e equivalente a sua categoria para a partida que for disputar, estando a mesma dentro das regras oficiais da CBHb.

Art. 31º – Não será permitido o uso de cola (ou produto adesivo) na bola de jogo ou no tênis dos atletas no ginásio da ARENA UNIFACISA, o não cumprimento deste artigo será passível de punição para o atleta e a equipe.

Art. 32º – Para o primeiro jogo da rodada de cada dia e cada ginásio, haverá uma tolerância de 15 minutos caso uma das equipes esteja com número insuficiente de atletas para o início da partida ou tenha a ausência do técnico da mesma.

 

Capítulo VI – Da Classificação e do Desempate

 

Art. 32º – Nas fases de competição onde o sistema de disputa seja o rodízio, os jogos poderão terminar empatados:

  • 1º – A contagem de pontos, para a classificação do rodízio, será de acordo com o que se segue:
  1. Por vitória = 02 Pontos;
  2. Por empate = 01 Pontos;
  3. Por derrota = 00 Ponto;
  4. Por ausência = 00 Ponto.
  • 2º – No caso de ausência, será atribuído o maior placar, dentro da chave em disputa para a equipe vencedora. Caso a ausência aconteça nas fases de repescagem, quartas-de-finais, semifinais e finais, apenas será dada a vitória à equipe que compareceu para a partida.
  • 3º – No caso de ausência de uma equipe na partida, só será permitido a continuação da mesma na competição se ela ocorrer durante a primeira partida (jogo) da TCGH 2018, se a equipe já estiver disputando uma partida seu jogo será considerado W x 0, eliminando a equipe da competição.
  • 4º – Para desempate na classificação, no sistema de rodízio, será adotado o seguinte critério:

Entre 2 equipes:

  1. Confronto direto;
  2. Maior número de vitórias na fase;
  3. Maior saldo de gols na fase;
  4. Maior número de gols marcados na fase;
  5. Gol average, considerando-se todos os resultados obtidos na fase (maior coeficiente da divisão dos gols pró pelos contras);
  6. Sorteio.

Entre 3 equipes:

  1. Contagem de pontos no confronto direto entre as equipes empatadas;
  2. Saldo de gols no confronto direto entre as equipes empatadas;
  3. Menor número de gols sofridos no confronto direto entre as equipes empatadas; d) Maior número de gols marcados no confronto direto entre as equipes empatadas; e) Maior saldo de gols na fase;
  4. Maior número de gols marcados na fase;
  5. Gol average, considerando-se todos os resultados obtidos na fase (maior coeficiente da divisão dos gols pró pelos contras);
  6. Sorteio

Art. 34º – Nos jogos decisivos, SEMIFINAIS e FINAIS (disputa de 1º/2º e 3º/4º), se houver empate no tempo regulamentar, haverá uma prorrogação de 01 (um) tempo de 05 (cinco) minutos (5′) sem intervalo e sem direito a tempo técnico. Persistindo o empate, haverá cobrança de tiros de 7 metros, na razão de 3×3, persistindo o empate, na razão de 1×1, sendo considerada vencedora a equipe que estabelecer vantagem mínima.

 

Capítulo VII – Dos Árbitros

 

Art. 35º – Os árbitros e seus auxiliares são integrantes do quadro oficial das Federações do Nordeste.

  • 1º – Os árbitros e os coordenadores são as autoridades competentes para determinar, por motivo relevante ou de força maior, a interrupção ou suspensão de uma partida.
  • 2º – Nos casos em que os árbitros sintam que não há garantias para o início ou continuidade de uma partida, estes poderão suspendê-la, só iniciando-a ou reiniciando-a quando julgar que haja condições de jogo.

Art. 36º – Não será permitido o veto a quaisquer dos oficiais dirigentes do jogo.

 

Capítulo VIII – Dos Prêmios

 

Art. 37º – Serão concedidas medalhas de Ouro, Prata e Bronze às equipes classificadas respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares nas suas categorias e sexos, além de troféus alusivos ao evento. O Campeão Geral da 21ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL será premiado com Troféu. Os técnicos campeões receberão troféu alusivo ao evento.

 

Capítulo IX – Dos Protestos

 

Art. 38º – O protesto é uma forma de manifestação diante de situações irregulares decorrentes das disputas, expresso através do documento hábil, encaminhado à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva, através do Diretor Técnico, com recolhimento de uma taxa equivalente ao valor da inscrição de uma equipe na competição.

  • 1º – Tem competência para interpor recursos, os técnicos e/ou dirigentes responsáveis pelas equipes;
  • 2º – O ônus da prova cabe à equipe que interpor o recurso;
  • 3º – O Diretor Técnico, ao examinar a documentação que instrui o protesto, se julgar conveniente e as provas assim o permitir, pode optar por uma decisão administrativa, tomada imediatamente, não havendo necessidade de encaminhar para apreciação da Comissão Disciplina de Justiça Desportiva.

Art. 39º – Constituir-se-ão punições automáticas:

  1. a) Desqualificação ou citação em relatório por agressão física = eliminação da competição; b) Desqualificação por outros motivos, mas seguida de relatório arbitral = 1 jogo
  2. c) Atleta ou dirigente citado em súmula (mesmo que não tenha sido punido durante a partida) = 1 jogo
  • 1º – As  desqualificações  sujeitas  à  prática  do  handebol,  não  estarão  sujeitas  às  punições automáticas.
  • 2º – Para  cada  reincidência  nas  sanções  de  desqualificação,  será  adicionado  01(um)  jogo,  à situação inicial, configurando-se: 2ª desclassificação = suspensão de 02(dois) jogos; 3ª desclassificação = suspensão de 03(três) jogos e assim sucessivamente.
  • 3º – O Técnico, Atleta ou Dirigentes desqualificado em um jogo deverá retirar-se do banco de reservas e colocar-se na arquibancada de lado oposto ao banco de reservas de sua equipe no último degrau na ordem crescente, sendo ainda submetido a julgamento.

 

Capítulo X – Das Disposições Gerais

 

Art. 40º – As despesas com transporte, alimentação e hospedagem, serão de responsabilidade das próprias equipes participantes.

Art. 41º – Não será permitida a ingestão de bebida alcoólica nos ginásios onde serão disputadas as partidas, nem a participação de atletas e dirigentes apresentando sintomas de embriaguez ou exalando odor alcoólico. Em caso de descumprimento a esta determinação o atleta (s) ou dirigente (s) infratores será automaticamente eliminado da competição.

Art. 42º – Os promotores do evento não se responsabilizarão por acidentes ocorridos com os participantes ou por estes ocasionados, antes, durante e depois do evento.

Parágrafo Único – As despesas decorrentes de incidentes, acidentes e/ou serviços hospitalares são de inteira responsabilidade das equipes participantes.

Art. 43º – Para efeito do campeão geral da competição, adotar-se-á a pontuação abaixo:

Campeão: 10 pontos

Vice-Campeão: 06 pontos

3º Lugar: 04 pontos

4º Lugar: 03 pontos

5º Lugar: 02 Pontos

6º Lugar: 01 Ponto

7º Lugar: 01 Ponto

Parágrafo Único – Para se estabelecer o desempate na pontuação geral, adotar-se-ão os critérios abaixo:

  1. Maior número de medalhas de ouro (1º lugar);
  2. Maior número de medalhas de prata (2º lugar);
  3. Maior número de medalhas de bronze (3º lugar);
  4. Maior número de equipes inscritas na competição

Art. 44º – Os casos omissos a este Regulamento Geral serão resolvidos pela Direção Geral, Comissão Técnica e de Arbitragem, e em última instância, pela Comissão de Ética e Disciplina.

 

 

 

Comissão Organizadora

Campina Grande – PB